Vinte e cinco anos construindo interface. Agora construindo o que fica atrás dela.
Comecei em 2000 fazendo site quando site ainda era novidade em Curitiba. Passei por design gráfico, arquitetura da informação, usabilidade, front end e marketing digital. Cada uma dessas fases resolveu um problema da anterior.
A fase atual é Inteligência Artificial aplicada, e ela só funciona porque as anteriores existiram. Agente de IA sem pesquisa de usuário vira brinquedo. Automação sem arquitetura de informação vira bagunça mais rápida. Modelo sem interface não chega em ninguém.
No que trabalho hoje
Quatro frentes que quase sempre aparecem juntas no mesmo projeto.
Como cheguei aqui
Não troquei de área. Fui somando camadas.
2000. O studio
Fundei a Duplo D em Curitiba unindo design e desenvolvimento, que na época eram duas empresas diferentes na cabeça do mercado.
Anos 2010. Centrado no usuário
Design Thinking e Design Centrado no Usuário deixaram de ser palestra e viraram método: pesquisa, jornada, protótipo, teste.
Design system e front end
Componentes documentados e código semântico, para o time do cliente conseguir evoluir sem depender de mim para cada tela.
2024 em diante. IA aplicada
A operação passou a ser centrada em IA. VetBots, painéis em n8n e um CRM próprio nasceram desse período.
Como eu trabalho
Começo pelo processo, não pela ferramenta. A pergunta não é qual modelo usar. É qual decisão repetitiva está consumindo o time.
IA que não é medida não é entregue. Todo agente sai com registro do que fez, para dar para auditar e corrigir.
Revisão humana onde o erro custa caro. Automatizo o que é repetitivo e deixo a decisão com risco para uma pessoa.
O cliente fica dono do que foi feito. Prompt versionado, fluxo documentado, acesso nas contas dele.
Escrevo o que aprendo
São 67 artigos publicados sobre design, código, IA e marketing digital. Nenhum escrito por terceiro.
Quer conversar sobre um projeto de IA?
Me conte qual parte da operação está consumindo tempo do seu time. Respondo eu mesmo.



